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| EXTINÇÃO DA HUMANIDADE - POR MUDANçAS CLIMáTICAS |
Biólogo atribui às “mudanças climáticas” uma próxima extinção da humanidade
Frank Fenner: "aquecimento global" iniciou a extinção da humanidade
São múltiplas as vozes que apontam um niilismo anti-humano fundamental em certa pregação ambientalista. Neste blog recolhemos muitos depoimentos neste sentido provenientes de um e outro lado da polêmica.
Porém, esse fundo anti-humano ficou especialmente patente em entrevista do professor Frank Fenner, professor de microbiologia da Australian National University.
O cientista prestou bons serviços na erradicação da varíola. Em contradição com seu trabalho para melhorar a existênica da humanidade, ele manifestou o fundo filosófico pessimista e apocalíptico que inspira o ambientalismo catastrofista.
Fenner declarou em entrevista ao diário de Sydney The Australian que “a raça humana extinguir-se-á nos próximos cem anos e o mesmo acontecerá com muitas espécies animais”. Os propósitos ‒ ou despropósitos ‒ de Fenner foram também reproduzidos pelo “Il Corriere della Sera”
Os dois fatores que precipitariam esses assustadoras perspectivas seriam a explosão demográfica e o crescimento do consumo fora de controle. “Por causa deles os homens não conseguirão sobreviver”.
O realejo desta pregação apocalíptica volta sempre ao mesmo ponto de partida jamais demonstrado: “o início de tudo terá sido a mudança climática”, martelou Fenner.
“O Homo sapiens extinguir-se-á provavelmente dentro dos próximos 100 anos e o mesmo irá acontecer com muitos animais. A situação já é irreversível e acho que é tarde demais para remediá-la”, insistiu no seu pessimismo.
“Eu não fico dizendo isso porque ainda há pessoas que estão tentando fazer algo, embora as soluções estejam se adiando. Certamente, desde que a raça humana entrou na era conhecida como Antropoceno sua influência sobre o planeta foi tal que pode ser comparado a uma das glaciações ou ao impacto de um cometa”.
Antropoceno é um termo cunhado em 2000 pelo Premio Nobel Paul Crutzen para definir a era geológica atual, na qual as atividades humanas são as principais culpadas da mudança climática.
Vida tribal: única opção tolerável para o alarmismo ambientalista
“Eis por que estou convencido de que teremos o mesmo destino dos habitantes da Ilha de Páscoa. Atualmente, as mudanças climáticas estão ainda numa fase muito precoce, mas já vemos mudanças significativas no clima”.
Fenner, em coerência com o credo anarco-ecologista fez o elogio da vida tribal:
“Os aborígines têm de mostrado que pode se viver 40 ou 50 mil anos sem a ciência, sem a produção de dióxido de carbono (CO2) e sem aquecimento global, mas o mundo civilizado não pôde. Dessa maneira, a raça humana corre o risco de sofrer o mesmo destino de muitas outras espécies que se extinguiram no transcurso dos anos”.
A visão catastrófica e pessimista de Fenner não parece, entretanto, encontrar grande ressonância entre seus próprios colegas. Porém, fazendo essas afirmações aloucadas abre espaço para que seu correligionários possam apresentar propostas que passem como “moderadas” diante da opinião pública.
“Pode ser que Frank esteja certo ‒ glosou amigavelmente o professor Stephen Boyden, agora aposentado, no Daily Mail ‒ mas alguns de nós ainda esperamos que possa se chegar a uma tomada de consciência da situação e que sejam implementadas as mudanças necessárias para alcançar um desenvolvimento verdadeiramente eco-sustentável”.
“A raça humana ‒ parafraseou Simon Ross, vice-presidente de “Optimum Population Trust”, uma ONG radicalmente anti-humana ‒ enfrenta os verdadeiros desafios como as alterações climáticas, a perda de biodiversidade e um crescimento sem precedentes da população”.
Na semana passada o príncipe Charles pareceu acreditar na imaginação de Fenner falando contra o crescimento da população mundial.
Agora é 2014 diz ambientalismo apocalíptico
Por sua vez, o professor Nicholas Boyle da Universidade de Cambridge foi ainda mais longe, fixando 2014 como a data do “Juízo Final”. Assim o explica no livro “2014: como sobreviver n próxima crise global”.
O autor repete o mesmo estribilho: o mundo vai para uma crise global sem precedentes que terá efeitos ainda mais vastos do que a crise econômica internacional. A culpa é das "mudanças climáticas". Apenas muda a data do desastre certo e definitivo: nos anos 60 aconteceria em 1980, depois passou para o 2000, depois ainda para 2012, e agora é 2014.
Em 2006 o professor James Lovelock impulsionou o alarmismo anti-humano, sustentando que a população mundial perderia 500 milhões por causa do “aquecimento global” e das mudanças climáticas. Ela argumentou apocalipticamente que tentativa alguma para mudar o clima resolveria realmente o problema, mas apenas permitiria ganhar tempo.
De fato, há anos ele prega uma radical diminuição da população humana. A atual onda de medo infundado do “aquecimento global” forneceu-lhe mais um pretexto mais na moda.
E o mito do “aquecimento global antropogénico” encontrou nestes filósofos niilistas mais um apoio.
Dois mitos que, na falta de bases sólidas, se apóiam um no outro visando um mesmo fim inimaginável.
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Fonte: Macaca Fuscata |
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PEIXES SENTEM DOR? |
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Peixes
Livro polêmico mostra que animais são capazes de aprender e até de lembrar
Do R7Texto:
Foto por Flickr
O livro Os peixes sentem dor? revela que os cientistas descobriram que o peixe dourado possui receptores de dor no couro e é capaz de aprender
Para muita gente, o peixe não passa de uma rica fonte de proteínas sem sentimentos. Mas um livro polêmico revela que os cientistas acreditam que esse animal, que já foi símbolo de estupidez, não só sente dor como possui uma vida emocional complexa.
A autora do livro Os peixes sentem dor?, Victoria Braithwaite, explica que não existe um motivo lógico por que as pessoas não devam tratar esses animais com a mesma consideração que dão aos mamíferos e pássaros.
O livro não foi escrito por um vegetariano radical, mas por uma bióloga marinha imparcial... e que come peixe.
Mas a conclusão de Victoria é surpreendente porque não estamos acostumados a ver os peixes como criaturas conscientes, revelou o jornal inglês DailyMail nesta segunda-feira (8).
A “face” sem expressão dos peixes, sua falta de membros e seu ambiente aquático meio alienígena tornaram difícil saber se eles deveriam ser tratados no mesmo nível dos pássaros, répteis e mamíferos ou agrupados junto a vermes, insetos e lagostas.
Os mamíferos possuem detectores de dor especializados, chamados nociceptores, que transmitem sinais ao cérebro quando eles se ferem. Os peixes também.
Para descobrir se os peixes sentem dor, a autora fez várias experiências. Ela injetou veneno de abelha e vinagre em volta da boca de alguns peixes.
Aqueles que receberam o veneno reagiram de forma diferente dos que não receberam as injeções - eles ficaram com a área irritada e perderam o interesse em comida até que o efeito do veneno passasse.
Experiências recentes feitas pelo biólogo marinho Peter Laming, de Belfast, na Irlanda, mostraram que o caminho da dor existe no peixe dourado, conectando receptores no couro, por meio da medula espinhal, ao cérebro.
Cientistas espanhóis descobriram que o peixe dourado, conhecido por sua estupidez, é capaz de aprender e de lembrar de seu caminho no meio da confusão.
Os chichlids-macho, peixes tropicais de água doce agressivos, são capazes de avaliar a habilidade de luta de seus potenciais rivais só de observar brigas anteriores.
Esta habilidade de criar um ranking mental é chamada de inferência transitiva, uma capacidade que o ser humano só atinge aos quatro anos de idadehttp://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/peixes-sentem-dor-e-tem-sentimentos-20100309.html
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Fonte: PEA
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