São Paulo, 26/09/2017        
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CÂNCER DE PELE EM GATOS BRANCOS – por Martha Follain
Na natureza não há gatos brancos. Em estado selvagem eles não sobreviveriam, pois não conseguiriam se camuflar, para se esconderem de predadores. Gatos brancos são fruto de manipulação genética feita pelos homens, e só existem em cativeiro. Gatos brancos não só são predispostos a feridas na pele, como a ter vários tipos de doenças, pois são mais frágeis. Para um gato ser branco, é necessário que pai e mãe tenham gens para pelagem branca, e essa proximidade de gens ocasiona maior fragilidade na saúde.
Animais brancos ou albinos, são todos sensíveis. Animais brancos não são, necessariamente, albinos. O albinismo é algo mais raro de acontecer e o animal albino apresenta diferenças em relação ao animal de pele clara. “Albinismo” deriva do latim “albus” (branco) e se refere à incapacidade de um indivíduo fabricar o pigmento denominado melanina - do grego “melan” (negro), que dá cor à pele e protege da radiação ultravioleta do sol. O animal albino tem três características principais: pelos brancos, ausência de pigmentos na pele e olhos vermelhos. Geralmente, as lesões ocorrem nas áreas sem pelo, como na barriga, coxins plantares (almofadinhas), na ponta das orelhas, no nariz e ao redor dos olhos, principalmente em pele despigmentada (rosada).
Câncer é uma doença que ocorre quando as células do corpo de um animal começam a se multiplicar descontroladamente. O crescimento desordenado (maligno) de células faz com que elas invadam tecidos e órgãos. E, essas células podem espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo do animal. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas: neo = novo + plasia = formação - crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido. Por outro lado, um tumor benigno significa uma massa localizada de células que, se multiplicam vagarosamente. Tumores benignos são bem menos agressivos do que o câncer e têm um potencial menor de se espalhar para outras regiões. O câncer pode atingir qualquer célula ou órgão do corpo, e é mais comum em gatos mais idosos do que em filhotes.
O diagnóstico é feito através de biópsia, pelo veterinário, que é a retirada de um pedaço do tecido, além de exames laboratoriais, raio X, ultrassonografias, etc..
Gatos brancos só podem tomar sol antes das 10 hs e após as 16hs, e devem usar protetores solares, com FPS 30, mesmo no inverno. Já existem no mercado protetores solares especialmente feitos para os bichos, que são amargos para evitar que o animal remova o produto lambendo-se. Alexandre Pasternak, médico veterinário especializado em dermatologia e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária, confirma a importância do uso de protetor solar nos gatos brancos. "Eles têm mais probabilidade de desenvolver câncer de pele, principalmente nas pontas do nariz e das orelhas. Os gatos malhados, na parte branca, também têm problemas com a exposição solar". O veterinário diz que existem protetores solares veterinários no mercado, mas que os cremes tradicionais usados pelos humanos podem ser passados nos gatos desde que prescritos por um veterinário. "Existem, também, protetores solares manipulados para uso em animais. Como os gatos se lambem muito, há uma versão do creme em toalhinhas", diz Pasternak. Os sintomas de câncer de pele em gatos são vermelhidão, feridas, crostas e úlceras mais graves, podendo haver ou não sangramento. Não há formação de tumores (caroços). "A metástase nesse tipo de câncer é muito comum. O tratamento é cirúrgico, mas a doença é fatal mesmo operando", explica o veterinário.
É comum que o animal sinta dores durante o desenvolvimento (e tratamento) do câncer. O empenho do veterinário é também em diminuir a dor.
O tratamento do câncer pode ser dividido em:
- tratamento curativo – cirúrgico e/ou medicamentoso: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, criogenia (congelamento).
- tratamento paliativo: tratar os sintomas.

Sintomas do câncer:
Vermelhidão na pele, perda de peso, queda de pelo, apatia, dificuldade respiratória, feridas que não cicatrizam, cansaço, perda de apetite, etc. O objetivo do tratamento é a eliminação ou o controle do crescimento das úlceras. O tratamento cirúrgico ou crioterápico (cauterização por nitrogênio líquido) é mais efetivo quando as lesões são iniciais (pequenas).
É importante que, a qualquer alteração do comportamento do animal, o tutor leve-o logo ao veterinário. Um diagnóstico precoce pode ajudar a prolongar a vida do bicho.

Gatos de pele clara podem apresentar sardas. Sardas não significam a doença câncer, mas podem indicar que o gato está se expondo muito ao sol. E, quanto mais exposto, mais chances de desenvolver a doença.

Fonte: http://jornale.com.br Dr. Luiz Fernando Sabadine http://dicaspeludas.blogspot.com.br/

As terapias complementares podem aumentar a qualidade de vida do animal com câncer, ajudando no tratamento do veterinário, tais como: florais de Bach, fitoterapia, aromaterapia, homeopatia, etc..

Texto meramente informativo – procure, sempre, o médico veterinário.

Martha Follain – Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose, Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Terapia de Integração Craniossacral, Cromoterapia, Cristaloterapia, Bioeletrografia, Psicoterapia Holística, Terapia Homeopática.
CRTH 0243

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