São Paulo, 26/07/2017        
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TORÇÃO GÁSTRICA EM CÃES

Foto:http://www.hospvetprincipal.pt/dilataca.htm
Segundo o Centro Veterinário Srª de Belém, www.centroveterinariobelem.blogspot.com/, torção gástrica é “uma patologia em que ocorre dilatação do estômago seguida da torção deste sobre si mesmo, agravando a fermentação e o aprisionamento de gás e alimento no seu interior”.
É uma condição tão grave e aguda, que mata 100% dos animais não tratados (provocando a morte entre 3 e 12 horas após sintomas) e 60% dos casos tratados. O tratamento é cirúrgico, assim que é diagnosticada. A causa primária ainda é desconhecida.
A torção gástrica é comum em cães de médio, grande porte ou cães gigantes, com tórax profundo (o espaço na cavidade abdominal é maior) . São mais suscetíveis à torção gástrica: Dog Alemão, São Bernardo, Pastor Alemão, Labrador, Setter, Rottweiller, Boxer, Fila Brasileiro, Golden Retriever, entre outros, sendo rara entre cães de pequeno porte e gatos. O risco aumenta com a idade.
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Foto: http://www.google.com.br/search?q=tor%C3%A7%C3%A3o+g%C3%A1strica+em+c%C3%A3es&hl=pt-BR&tbo=u&rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&rlz=1I7ADSA_pt-BRBR425&tbm=isch&source=univ&sa=X&ei=DPPVUNKJOIi29QSGlIDgDA&ved=0CEYQsAQ&biw=800&bih=453


O tutor deve evitar que seu tutelado faça exercício vigoroso logo após as refeições; tenha dietas muito fermentáveis ( feijão, grãos, amido, rações com pouca fibra); tenha uma única refeição diária (a ração deve ser dividida em duas porções); beba água logo após a refeição; engula ar (provocado por estresse, ingestão excessiva de água, água de mangueira, etc.).
Como prevenção, uma boa ideia é pôr os comedouros e bebedouros em suportes, evitando colocá-los no chão. Isso garante que o cão não se abaixe para comer – pois pode engolir ar.
Segundo a Dog Times, www.dogtimes.com.br/torcao.htm , alguns dados do estudo realizado pela universidade Purdue de Medicina Veterinária sobre a doença:
Tamanho: quanto maior o cão, maior o risco.
Conformação do tórax: cães com tórax profundo e estreito são mais suscetíveis;
Idade: animais mais velhos correm maior risco, especialmente após os 7 anos;
Genética: se existem parentes do cão que já sofreram de torção gástrica o risco aumenta sensivelmente;
Personalidade: segundo o estudo, cães mais tímidos e medrosos correm mais risco que aqueles mais amigáveis ou curiosos.
Sintomas para os quais o tutor deve ficar atento:
Dificuldade para respirar;
Salivação excessiva;
Ânsia de vômito sem que o cão consiga vomitar;
Palidez das mucosas (olhos e boca);
Aumento repentino do tamanho abdominal;
Flatulência (gases);
Inquietação.
Diante de algum desses sintomas, o cão deve ser levado, imediatamente, ao veterinário! O tutor não deve tentar socorrer sozinho seu cão, pois só um veterinário poderá ajudá-lo. Não há nenhuma terapia complementar a que se possa recorrer.


Martha Follain – Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose, Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Terapia de Integração Craniossacral, Cromoterapia, Cristaloterapia, Bioeletrografia, Psicoterapia Holística, Terapia Homeopática.
CRT 21524
CRTH 0243
Texto registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais

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