São Paulo, 19/11/2017        
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FAZENDEIROS COMEM CÃES NA SUÍÇA E AFIRMAM QUE É HIPOCRISIA ACHAR ISSO ESTRANHO


Foto: Reprodução/Daily Mail
“Um homem é verdadeiramente ético, apenas quando obedece sua compulsão para ajudar toda a vida que ele é capaz de assistir e, evita ferir toda a coisa que viva.” Albert Schweitzer.
O jornal britânico “Daily Mail” publicou uma matéria (01/01/2013) na qual afirma que fazendeiros suíços consomem carne de cães e gatos. Os cães eleitos como “preferidos” são da raça rotweiller, por serem bem musculosos.
Mas o que dizer dos milhões de porcos, frangos, vacas, coelhos, cavalos, carneiros, peixes, etc. que são assassinados em nome do capricho distorcido do paladar da humanidade? Setenta bilhões de animais são abatidos por ano no planeta, para abastecer a vil indústria alimentícia. Então, certamente, é uma hipocrisia alguém se chocar com o consumo da carne de cães e gatos.
Cães e gatos são comidos em vários países, mas a prática é comumente associada a países asiáticos: China, Coréia do Sul e Vietnã, onde comer carne de cachorro, acredita-se, trará boa sorte.
A maioria das pessoas come animais, mesmo dizendo que se reocupa com eles, não querendo que sofram. Outra grande hipocrisia.


Foto: Reprodução/Daily Mail

Melanie Joy, psicóloga social, Ph.D, professora de psicologia na Universidade de Massachussets, em Boston, e autora do livro “Por que amamos cães, comemos porcos e vestimos vacas?” , aponta a ideologia especista através do ato de comer carne e porque alguns animais viram comida e outros não. A pesquisadora usa o termo “carnista” para identificar o sistema de crenças que leva o indivíduo a se alimentar de carnes de animais “considerados comestíveis” por ele. E, é um sistema de crenças porque ingerir carne não é uma necessidade, mas sim uma escolha. O apetite é, antes de tudo, um instinto. Precisamos comer para sobreviver, assim como é necessário respirar, beber, dormir. Porém, a escolha do que comer pode e deve ser uma escolha moral. Como ensina Melanie Joy: “quando entendemos a profundidade e a largura do carnismo, podemos perceber que pedir a alguém que pare de comer animais não é simplesmente pedir por uma mudança de comportamento, mas um salto de consciência. Este tipo de salto não pode ocorrer até que a pessoa se sinta segura o suficiente para se mover para fora do sistema carnista e olhar para o mundo com um par diferente de olhos.” Carnismo é o termo oposto a veganismo.
Não é moralmente admissível, infligir sofrimento a seres que não pertencem à espécie humana (obviamente, à espécie humana também). E, esse sofrimento, essa brutal tortura, traduz-se não só em hábitos alimentares (comer carne) mas, na exploração animal (circos, touradas, zoológicos, etc.), no uso do couro no vestuário, no uso de cosméticos testados em animais, na vivissecção , etc., isto é, submeter os animais aos interesses exclusivos dos seres humanos.
A forma de viver, de comer da humanidade, há muito deixou de ser privada, para sentenciar toda a vida no planeta. E a solução depende de cada um de nós: reveja seu sistema de crenças, mude de paradigma, escolha uma alimentação sem dor nem crueldade, uma alimentação por reflexão, consciência e compaixão.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2255684/Farmers-Switzerland-routinely-EATING-cats-dogs-meals.html
Martha Follain – Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose, Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Terapia de Integração Craniossacral, Cromoterapia, Cristaloterapia, Bioeletrografia, Psicoterapia Holística, Terapia Homeopática.
CRT 21524
CRTH 0243



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