São Paulo, 26/07/2017        
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Florais de Bach para animais
 
ARTIGOS     
 
CAUDA DE GARANHÃO EM GATOS
E as Terapias Complementares

Seborréia do órgão supracaudal ou hiperplasia da glândula da cauda, ou “cauda de garanhão”, é a oleosidade que pode acontece no rabo do gato. Mas, também pode ocorrer nas ancas e/ou no colar. É um aumento das secreções das glândulas sebáceas, que deixam o local bem oleoso e os pelos com cor amarelada ou acastanhada. É comum o embolamento e queda de pelos nas áreas afetadas, além de inflamação, e em alguns casos, infecção, que podem fazer o gato se coçar, causando feridas.
A incidência é maior em gatos machos não castrados. Essa oleosidade pode ocorre por causa da testosterona, hormônio masculino, que estimula as glândulas sebáceas, ocorrendo uma super atividade da glândula na base da cauda. Apesar de ser mais comum em gatos machos não castrados (por isto o nome de cauda de garanhão), também pode ocorrer em machos castrados e até mesmo em fêmeas. As raças mais afetadas são a persa e a siamesa.
Para diminuir essa oleosidade, o indicado são xampus e sprays próprios para gatos com pêlos oleosos, receitados pelo veterinário. Se o gato não for castrado, a castração é eficaz. O tratamento deve ser seguido à risca, pois a cauda pode ficar tão oleosa, que podem surgir pontos pretos, que nada mais são que acne.

Terapias Complementares:
As terapias não convencionais têm efeitos positivos nos animais, pois esses são seres vivos, constituídos de corpo, mente, emoções e espírito.
As terapias complementares entendem os animais como um todo, sustentados pela força vital e, podem ser utilizadas em todos os animais – domésticos, como cães, gatos e também bovinos, suínos, equinos, aves, peixes , abelhas, etc.. Os animais silvestres e selvagens também respondem muito bem aos tratamentos.
Na realidade, o exercício da “arte” de tratar animais, começa com o processo de domesticação dos lobos, pelo homem primitivo. A medicina animal, era praticada dois mil anos antes de Cristo, em certas regiões da Ásia, da África, do Egito à Índia Oriental.
O tratamento complementar é efetivo para tratar comportamentos, desequilíbrios mentais, emocionais e, como coadjuvante valioso para complementar o tratamento do veterinário, em diversas patologias.
Os efeitos de diversas terapias não convencionais são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A postura da OMS, é a de orientar no sentido de se ter cautela, devido ao fato de existirem alguns terapeutas despreparados, seguindo teorias relacionadas a crenças, além de pessoas inescrupulosas que se valem da boa fé e falta de informação para ludibriar e obter benefícios próprios. E, esta é uma recomendação válida na maioria das situações do cotidiano, e pode ocorre nos setores profissionais e comerciais.

As Terapias Não Convencionais diferenciam-se muito umas das outras. Algumas são amplamente reconhecidas e utilizadas, enquanto sobre outras, há quase certeza da ineficácia.
Algumas Terapias Não Convencionais:
(Fonte – Revista Superinteressante – janeiro/2004).

- Acupuntura – Uma das técnicas da Medicina Tradicional Chinesa. Consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo. Sua base filosófica indica que esses pontos afetam os diferentes órgãos e estão localizados sobre canais de energia, os meridianos, que se espalham pelo corpo. Uso em animais e humanos;
- Aromaterapia – Utiliza óleos essenciais de folhas, flores ou madeira, para amenizar sintomas e melhorar o bem estar. Os óleos podem ser inalados, queimados ou espalhados pelo corpo. Uso em animais e humanos;
- Cromoterapia – Baseia-se na idéia de que cores têm efeito curativo. O tratamento envolve alimentação, ambiente, além de visualização de cores. Uso em animais e humanos;
- Florais – São essências de flores, diluídas em água e conhaque. Os mais conhecidos são os Florais de Bach, que foram preparados pelo médico inglês Edward Bach, ao final do século XX e são indicados de acordo com a personalidade de cada paciente. Através do tratamento dos estados mentais e das emoções, pode tratar as doenças físicas. Uso em animais e humanos;
- Fitoterapia – Manipulação de plantas e ervas, para o equilíbrio corporal, mental, emocional e espiritual e redução de sintomas. As plantas devem ser ingeridas na forma de chás ou líquidos. Uso em animais e humanos;
- Homeopatia – Criada por Samuel Hahnneman, no século XVIII, combina os reinos vegetal, animal e mineral, para a manipulação de seus remédios. Uso em animais e humanos;
- Iridologia – Oferece diagnóstico físico, psicológico e emocional a partir da análise da íris. Uso em animais e humanos;
- Naturopatia – Ideal de “volta à Natureza”. Prega, entre outras coisas, que alimentos crus são mais bem aproveitados pelo organismo. Uso em humanos;
- Ortomolecular – Criada por Linus Pauling, que emprega o uso de vitaminas, aminoácidos e minerais em quantidades superiores àquelas capazes de serem absorvidas pelo corpo. O diagnóstico é feito a partir da análise de um fio de cabelo. Uso em animais e humanos;
- Reflexologia – Propõe que todos os órgãos internos do corpo, têm pontos de reflexo no pé, na orelha, no nariz e outras partes. Acredita que a manipulação desses pontos pode melhorar o fluxo de energia e, portanto, curar sintomas em certos órgãos. Uso em humanos;
- Reiki – É a energia do Universo que pode ser transmitida ao paciente, por meio da impostação de mãos do praticante. Uso em animais e humanos;
- Radiestesia – Baseia-se nas vibrações do Universo, do ambiente e dos seres vivos. Prevê uma sessão de perguntas e respostas a um pêndulo de metal que poderia levar ao diagnóstico de doenças. Uso em humanos;
- Shiatsu – Atua nos mesmos pontos que a acupuntura, mas usa apenas a pressão dos dedos. Uso em animais e humanos.

Terapias complementares, que podem auxiliar no tratamento da cauda de garanhão:
Florais de Bach: crab apple, associado a essências que tratarão o temperamento do gato;
Fitoterapia: loção de hamamélis pode ser usada. Há loções prontas, sem álcool, no mercado – lojas de produtos naturais;
Aromaterapia: banhos com sabonete de capim limão - cymbopogon citratus (lemongrass) – www.phytoterapica.com.br

Consulte o veterinário – só ele poderá diagnosticar a cauda de garanhão.

TEXTO REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL
Martha Follain – crth 0243: Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose e Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Cromoterapia, Cristaloterapia, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Terapia de Integração Craniossacral - para animais humanos e animais não humanos. Consultora da “Phytoterápica”.
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INFORMAÇÕES:
www.floraisecia.com.br
mfollain@terra.com.br
Reprodução permitida, desde que citados todos os créditos.



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