São Paulo, 18/12/2017        
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Informações sobre Aromaterapia

Aromaterapia é básicamente um termo criado pelo químico cosmeticista Maurice René de Gatefossé em 1928.
O estudo estruturado do uso de óleos essenciais para terapia se iniciou com o médico francês Jean Valnet, sendo o primeiro tratado de aromaterapia publicado em 1964, com o auxílio de paul Belaiche e Jean Claude Lapraz (tem em português).
O uso de óleos essenciais (extratos) vem de há mais de 6000 anos, antes do período egípcio. Os judeus usavam Nardo, Canela, Bálsamo da judéia e Valeriana. macerações fermentadas ou queima das ervas.
O uso das plantas aromáticas sempre permeou a fitoterapia, a perfumaria, religião e misticismo. O primeiro estudo sobre essencias com fins medicinais surgiu na Alemanha, em 1528
A primeira descrição característica química correta de óleos essenciais foi feita no seculo 13 por Villanova de Bouchone, embora não se tratasse do óleo em si mas de extratos macerados e fermentados em aguardente. (terebinto, alecrim e sálvia).
As técnicas de destilação (para obter óleos essenciais como conhecemos hoje) sómente surgiram no século 9 (atividade derivada de conhecimento árabe, e portanto "proibida") sendo que a primeira publicação sobre métodos de destilação só apareceu em 1563 (Liber di distillazione, Giovanni Baptista della Porta).
A aromaterapia (uso das "essencias" das plantas) existe como terapia séria, com estudos científicos comprobatórios em três vertentes no mundo:
1) a Aromaterapia Francesa, praticada por Médicos onde se utilizam óleos essenciais em veículos apropriados para inalação, aplicação corporal, ingestão e uso intravenoso.
2) a Aromaterapia Inglesa (e Alemã, Noste-Americana, Australiana, etc) praticada por terapeutas não-médicos que prescreve aplicação corporal e massagem, inalação e proíbe a ingestão.
3) a Medicina Ayurvédica, que usa os óleos essenciais junto a outros principios ativos na forma de óleos "medicados" e prescreve a ingestão, a aplicação corporal, a lavagem estomacal, a lavagem das vias respiratórias superiores, e outras aplicações.

Benefícios da Aromaterapia
Aqui n o Brasil, a única forma reconhecida como ciência do uso de óleos essenciais é a fitoterapia, para a qual óleos essenciais são apenas mais um dentre os inúmeros princípios ativos das plantas. O uso de óleos essenciais nas aplicações psicológicas, que chamou muito a atenção do Dr Valnet (França) e de sua aluna Margareth Maury (Inglaterra) não está contemplado na ciência brasileira atual (fitoterapia). No caso da medicina Ayurvédica, efeitos psicológicos são indissolúveis da saúde geral.

Os benefícios da Aromaterapia são efeitos farmacológicos diretos, efeitos psicológicos e efeitos bioenergéticos.
Para efeitos farmacológicos diretos, basta ir ao Pubmed digitando "essential oil" - são milhares de pesquisas (e patentes)
Para efeitos psicológicos, recomendo o livro "Aromaterapia e as emoções" de Shirley Price, em português.
Para efeitos bioenergéticos, ainda estou procurando informação, mas os estudos de biótipos da homeopatia se encaixam muito bem até o que vi.

Ary Luiz Bon
Arquiteto e Técnico e Consultor de indústrias em Colorimetria e Artes gráficas. Estudioso de Aromaterapia.
Distribuidor de óleos essenciais Aromalandia (agora Lazlo) através da empresa Aromaria.

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