São Paulo, 24/10/2019        
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Florais de Bach para animais
 
ARTIGOS     
 
Animais possuem cinco sentidos como nós: audição, visão, olfato, paladar e tato. Além disso, possuem sentimentos como afeto, alegria, desconfiança, ciúmes ou culpa. Não há como negar que os animais sentem emoções semelhantes as nossas. E são muito expressivos. Quem convive com animais percebe como eles demonstram amizade, gratidão, amor, satisfação ou quando estão com medo, raiva, ansiedade ou dor. Todos conhecemos estórias de cães que defenderam seus donos, o que me leva a crer que o cão teve vários sentimentos: percebeu uma ameaça que amedrontava o dono e reagiu com coragem e raiva para defende-lo.
Eu observo meus cães quando estou na sala vendo TV. Eles se deitam por perto e quando estão tranqüilos e satisfeitos dormem com a barriga virada para cima. Este é um comportamento de total confiança, o animal não tem receio algum de expor o abdômen.
Já assisti um programa no qual um gato chamava a dona insistentemente para o segundo andar da casa onde estava o bebê dela. Quando a dona finalmente o seguiu viu que o bebê tinha parado de respirar e teve tempo de salva-lo.Como então perseverar com aquela crença de que gatos não gostam do dono e sim da casa? È fato que gatos mesmo sendo semi domesticados demonstram amor, amizade e companheirismo.
Eu me lembro de ter visto um documentário sobre animais sobreviventes ao ataque de 11 de Setembro. Um gato percorreu vários quilômetros com as quatro patas queimadas para encontrar seus donos.
Eu percebo nos animais sentimentos puros de lealdade, sinceridade e amor incondicional.
Quanto a serem inteligentes, eu não tenho nenhuma dúvida. Cada qual em uma gradação, mas todos os animais são inteligentes.
Cientistas e pensadores definem inteligência como capacidade de discernir, de se adaptar, de resolver problemas, de escolher algo entre outras coisas.
O instinto é um padrão herdado, uma força de origem biológica. O ser é impulsionado a agir de determinado modo a fim de preservar a si e a sua espécie. O instinto não está sujeito a nenhuma aprendizagem.
O escritor espírita Cairbar Schutil definiu quatro atributos ao espírito humano:
Inteligência – faculdade de entender, compreender e conhecer.
Instinto – impulso ou estímulo interior involuntário que leva homens e animais a executarem atos inconscientes.
Raciocínio – operação pela qual se chega a uma conclusão.
Memória – faculdade de conservar a lembrança.
Cairbar considera que todos os quatro atributos são encontrados em humanos e animais, porém em níveis de desenvolvimento diferentes.
Assisti um programa de TV sobre a inteligência dos animais. Mostrou um papagaio que era capaz de responder perguntas feitas aleatoriamente sobre objetos variados. Ele demonstrou entender conceitos de maior e menor, igual e diferente. Sabia diferenciar cores, formatos, tamanhos, textura e também sabia contar.
Podemos considerar que animais desenvolvem um tipo básico de raciocínio.
A maioria das espécies é equipada com mecanismos de aprendizado que ocorrem por tentativa e erro, dedução e imitação. Novos estudos mostram que animais conseguem fabricar ferramentas, desenvolver a memória, transmitir cultura e planejar estratégias. Cientistas consideram que os corvos podem resolver mentalmente um problema antes de realmente agirem. O corvo olha para o problema, visualiza rapidamente uma solução e age em seguida com acerto. Cada espécie é inteligente à sua maneira.
Alguns pesquisadores afirmam que o que diferencia humanos de animais é a percepção de certo e errado. O homem é dotado de razão, juízo, senso moral. È responsável por seus atos.
Eurípedes Kual considera que os animais não possuem consciência, livre-arbítrio, senso moral e nem responsabilidade.
Concordo que os animais não possuam um código moral nem possam ser responsabilizados por certos atos e julgados como humanos. Os animais não têm percepção de justiça como nós. Quando fazem algo que nós consideramos errado não estão agindo com malícia ou deliberação. Animais não planejam detalhes, não se preocupam com o futuro, não premeditam vinganças.Não se sentem injustiçados por longo tempo e ficam ruminando desforras. Não considero que usem de violência ou agressão com premeditação, por maldade ou loucura. Agem por instinto de sobrevivência, para se alimentar ou defender.
Não concordo com Eurípedes quanto ao fato de não possuírem consciência. A maioria dos animais tem consciência do acontece ao seu redor e das pessoas a sua volta. Estudos mostraram que chipanzés podem se reconhecer em um espelho, o que leva a crer que tem consciência de si mesmos. È um grau de consciência chamado autoconsciência.
Animais sentem emoções, demonstram sentimentos, e possuem inteligência, sem a menor sombra de dúvida.

Alma nos animais e Florais de Bach:
Cumpre definir primeiro o que entendo por alma. Gosto da afirmação de James Van Praagh:
"A alma é nosso núcleo espiritual, a fagulha divina interior, que sempre existiu, existe e sempre existirá."
A alma é imortal, não pode ser ferida, nem destruída. A alma é nosso Eu verdadeiro que não depende do corpo físico para existir. Quando morremos nosso corpo físico se deteriora porque a matéria sempre se transforma. Mas a alma é única e independente da crença, da religião ou da fé, ela continua existindo.
Para mim os animais também possuem alma. Novamente cito a afirmação de James Van Praagh porque quando li os seus livros eu finalmente encontrei respaldo para os meus pensamentos:
"Os animais são espíritos como nós. Cada animal tem uma personalidade anímica completa e um objetivo divino distinto. Assim, como na morte humana, quando o corpo físico não consegue mais carregar o espírito, ele é liberado e vai para a dimensão espiritual."
Bach considerava que os desequilíbrios ocorridos no corpo eram sintomas de desequilíbrios energéticos que ocorriam em níveis mais sutis, que primeiro se manifestavam em um âmbito emocional que está num nível vibracional superior ao do corpo físico. Os florais agem reparando e reconstruindo esses desequilíbrios dos seres. A idéia é que entre o caráter vibracional de certos fenômenos e os aspectos da natureza humana existe uma ressonância que pode ser usada para restaurar a harmonia, o equilíbrio e, por conseguinte, a saúde.
Os florais são essências vibracionais que atuam na condição mental e emocional dos seres. São produzidos a partir da retirada da energia das flores. Cada planta tem um comprimento de ondas de energia. A alma contém todas as 38 qualidades das almas das flores de Bach, como potencialidades de energia, virtude ou centelhas divinas.
Quando surge um conflito entre a alma e a personalidade, o comprimento de onda no campo de energia desarmoniza-se e desacelera. A partir daí desenvolve-se um estado negativo da mente e da alma.
O floral tem a mesma freqüência de energia harmoniosa da qualidade correspondente da alma, sem deformação e em ritmo normal. O floral atua como um catalisador, restabelecendo o contato entre a alma e a personalidade, no ponto em que se rompeu.
As essências começam a atuar no corpo sutil e vão atravessando as várias camadas até chegar ao corpo físico, mais denso, melhorando a qualidade de vida do animal.
As essências florais são importantes no tratamento dos animais porque restauram o equilíbrio e a harmonia da natureza verdadeira deles, curando doenças que resultem de distorções da personalidade.
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Maria do Carmo Rodrigues:
Publicação autorizada, desde que os CRÉDITOS SEJAM CONSERVADOS E
FONTE CITADA: site “Florais e Cia” – www.floraisecia.com.br

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