São Paulo, 18/10/2017        
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Florais de Bach para animais
 
ARTIGOS     
 
Vocês já ouviram ou já leram em algum lugar estas frases?...

“Possivelmente a maior lição da vida a ser aprendida é a liberdade: liberdade em relação às circunstâncias, ao ambiente, a outras personalidades e, para muitos, em relação à nós mesmos...”

“Não estamos todos aprendendo a mesma lição ao mesmo tempo. Um está dominando o orgulho; outro, o medo; outro, o ódio e assim por diante, mas o fator essencial para a saúde é que aprendamos a lição que nos foi destinada”.

É essencial compreender que o homem tem dois aspectos: um espiritual e um físico, e que dos dois, o físico é infinitamente menos importante”.

Elas foram ditas pelo Dr. EDWARD BACH em suas palestras, e demonstram claramente como era o homem Edward Bach, sua essência, sua filosofia e seu amor pela natureza.

Seguramente, podemos estabelecer a seguinte relação:
Samuel Hahnemann (1755 – 1843) está para a Homeopatia, assim como Edward Bach (1886 – 1936) está para a Terapia Floral.
Ele foi o precursor da Terapia Floral para cura de doenças, em todo mundo.
EDWARD BACH foi um homem simples e de grande beleza interior pois compreendia que o espiritual vem antes do material e que a doença é apenas uma perturbação do espírito, cuja cura se dá, certamente, do interior para o exterior.
Era, antes de mais nada, um amante da Natureza.
Dotado de uma grande sensibilidade, era capaz de sentir a sutil energia transmitida pelas flores bem como de perceber os sentimentos e reações, por menores que fossem, das pessoas que estavam à sua volta.
Com sua inteligência e espírito pesquisador, tornou-se famoso em sua época pelo caráter avançado de seus estudos.
Tornou-se especialista em imunologia, bacteriologia e saúde pública e, antes de chegar a desenvolver suas essências florais, foi o criador de uma eficaz vacina para doenças crônicas, que o tornou conhecido e respeitado como pesquisador.
Seu contato com a homeopatia foi o elo que faltava para que desse prosseguimento à formulação de seu sistema floral, iniciado durante a
I Guerra Mundial, quando tratava os feridos no Hospital Universitário.
Acometido de uma doença incurável, aprofundou-se ainda mais nos estudos sobre as relações entre a personalidade, os conflitos psico-mentais e as doenças físicas. Sua compreensão de que existem corpos mais sutis do que o corpo físico; e que a gênesi das doenças orgânicas está relacionada com estados de desequilíbrio da alma, permitiu a Bach uma cura espetacular.
Ele estudou em si mesmo de que forma seus sentimentos negativos de egoísmo, ambição e medo eram os agentes de sua própria doença. A partir daí, desenvolveu uma profunda limpeza espiritual que o transformou em outro homem. Sua experiência de reclusão no campo, tratando a si próprio com a energia das flores para se libertar dos sentimentos negativos, foi o fator determinante para a criação de sua terapia floral.
“Só quando permitimos que dúvida e depressão, indecisão ou medo nos aterrorizem é que nos tornamos sensíveis às influências externas... A causa real por trás da doença, e isto é da maior importância, é o estado mental do próprio paciente, e não a condição do corpo”. (Liberte a Si Mesmo – Coletânea de escritos)
Bach descobriu o primeiro grupo de florais (1928 – 1932) e os chamou de Doze Curadores. Deu a cada um deles uma descrição positiva e uma descrição negativa mostrando os dois lados dos estados emocionais do floral experimentado. Ele identificou doze tipos de caráter, que se expressam nas características das plantas usadas, e os estados emocionais que cada tipo
de caráter experimenta.
Estes Doze Curadores são baseados nos estados de ânimo de cada pessoa.
Em 1933 Bach identificou mais quatro novos florais aos quais chamou de Quatro Auxiliares. Descrevem pacientes como casos que não pareciam se encaixar nos Doze Curadores.
Sua sugestão foi a de que os Quatro Auxiliares poderiam tirar estes sofredores de seu estado de estagnação e alavancá-los para uma atividade totalmente nova.
“Aqueles que se acostumam tanto com a doença que ela parece até fazer parte de sua natureza”. (Coletânea de escritos).

Estes florais são baseados em condições severas adquiridas pelos indivíduos ao longo de sua existência e que ainda permanecem enraizadas em cada um deles.
No período de um ano, estes auxiliares foram ampliados para Sete.

“Agora consideremos doenças que existem há longo tempo. Quando uma doença é antiga passa a ser crônica, e pode precisar de auxilio antes de reagir com mais facilidade. Pos isso é que são chamados de Os Sete Auxiliares”. (Coletânea de escritos).
Bach, no princípio, levava as plantas para seu laboratório em Londres, para testes, e as transformava em remédios homeopáticos.
À medida que passou a trabalhar mais no campo, descobriu que a melhor maneira de captar a energia vital da planta era a de fazer florais onde ela nascia.
Certa vez, esfregou seus lábios com o orvalho da planta ao sol matutino e sentiu a cura em si mesmo.
Estava descoberto o método solar de preparação dos florais.
Depois de descoberto os dezenove florais, Bach percebeu que ainda existia um grupo de pessoas que não tinha sido atingido por estes florais: as pessoas que raramente adoecem fisicamente, mas que sofrem demais de preocupações e ansiedades advindas da vida cotidiana, e saiu á procura de florais que pudessem tratar todos os estados mentais, emocionais e espirituais que sofremos em resposta às dificuldades que enfrentamos em nossas vidas.
Num curto espaço de tempo desenvolveu os Dezenove Complementares, através de experimentos e sentimentos que ele próprio vivenciou.
Desta vez, sentiu que estes florais deveriam ser preparados de forma diferente e, desenvolveu o método de preparo dos florais por ebulição.
Os trinta e oito remédios constituem um completo sistema de cura, tendo sido escolhida cada planta, especificamente, por meio de sua função primeira – a capacidade de tratar a mente.
Estes remédios cobrem todo estado negativo da mente, não havendo a possibilidade de que existam outros.
Por isto, o Dr. Bach deu por encerrada sua obra pouco antes de morrer, em novembro de 1936, pedido que não fosse alterada, ao deixar o futuro dela nas mãos de seus dedicados assistentes.
O USO DOS FLORAIS DE BACH EM PLENO SÉCULO XXI

A questão é:

- Como é que trinta e oito florais podem ser suficientes para cobrir a infelicidade individual de todas as pessoas emproblemadas?
- Como é que trinta e oito disposições de ânimo podem abranger todos os sentimentos negativos dos quais somos presas durante a vida?
Depois do mundo estar passando pela era tecnológica e sentindo seus efeitos no cotidiano, principalmente na saúde, as pessoas estão voltando às suas origens naturais.
Estão procurando uma alimentação mais natural, um estilo de vida que permita um maior contato com a natureza e um tratamento de saúde com substâncias e métodos mais naturais.
Os povos orientais já utilizam a energia que vem do Universo (Ki) e da Natureza como forma de vida aplicada em sua religião, em sua alimentação e em seu estilo e filosofia de vida.
No ocidente, tem havido um notável crescimento das formas holísticas de medicina e de estilo de vida mais equilibrado e saudável.
Neste sentido a terapia floral tem sido difundida e estudada em quase todo mundo e tem contribuído muito para a cura do corpo através da harmonização do espírito e da alma.
Assim, embora a sociedade atual desafie nossas vidas com as pressões impostas pelo seu passo acelerado, com as mudanças no meio ambiente e com as doenças modernas, a natureza humana não muda. É nossa perspectiva emocional o que importa e o que permanece constante.
Os remédios tratam da perspectiva mental das características da personalidade e do temperamento do doente. Os remédios do Dr. Bach tratam a pessoa, não a doença e, embora mudem os tempos, os remédios andam ao lado das pessoas e não do tempo.
“Pequenina flor – se ao menos eu conseguisse entender quem você é,
Raízes e tudo, no conjunto
Eu saberia quem é Deus e quem é o Homem”.
Tennyson (Flower in the Crannied Wall, 1869)
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CECILIA LUTTERBACH
Reikiana III-A - Terapeuta Floral para humanos
e-mail:
cecilialutterbach@hotmail.com
Recife - PE.

Publicação autorizada, desde que os CRÉDITOS SEJAM CONSERVADOS E
FONTE CITADA: site “Florais e Cia” – www.floraisecia.com.br



























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