São Paulo, 23/11/2017        
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Florais de Bach para animais
 
ARTIGOS     
 

Divulgada em Paris, semana passada, a primeira parte do enorme relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (o IPCC) destinado, basicamente, aos tomadores de decisões, em nível mundial. É apenas o resumo de um documento de 2500 páginas, no qual mais de 500 cientistas renomados, representantes de várias nações, reuniram-se para debater os reais efeitos das mudanças climáticas, bem como aferir resultados anteriormente levantados nos outros encontros, bem como projetar e tentar prever as consequências das anomalias causadas pela emissão dos GEE (gases de efeito estufa) e da ação antrópica no Planeta Terra.
Os dados averiguados anteriormente foram minuciosamente aferidos, sendo que variações mínimas dentro dos padrões de desvio aceitável, ocorreram.
Poderosos modelos computacionais foram rodados, para caracterizarem o cenário posterior à atuação dos GEE e às
mudanças climáticas, extremamente complexas que já estão ocorrendo e que vão ocorrer no próximo século.
Em outras palavras, olharam para o passado para poder projetar o futuro.
As resultantes foram devastadoras. As estimativas executadas e conferidas comprovaram um subdimensionamento de valores, ou seja, erraram para menos - os efeitos foram superiores aos projetados.
Segundo depoimento de cientistas brasileiros atuantes no estudo como: Paulo Artaxo, Pedro Leite,José Antonio Marengo, Carlos Nobre, Newton Pacionik, dentre outros,e mentes brilhantes como Prof. Gylvan Meira, puderam conceber uma taxa de certeza em suas previsões de 90%.
( nos bastidores correm boatos que o Governo Chinês, maior interessado em manipular dados a seu favor, teria pressionado politicamente a reunião para que não fosse divulgado o valor real encontrado da taxa, que na verdade é de: 99%).
As imagens obtidas no relatório mostram um cenário inóspito e alarmante em todos os sentidos.

O economista Sir Nicolas Stern, ex-banco mundial, publicou um relatório em outuro do ano passado, extremamente preciso e amplamente discutido entre os maiores empresários mundiais, que destaca que, o indice da "conta a ser paga" causada, sem sombra de dúvidas, pelas mudanças climáticas e pelos BAU ( business as usual ) seria da ordem de 20% do PIB (produto interno bruto) mundial anual, caso não haja uma ação imediata. (por ex. substituição das matrizes energéticas dos países emissores por matrizes limpas e renováveis)
Refere-se ainda, o ilustre economista, a uma evasão populacional da ordem de 20% da população mundial, coisa de 200 milhões de habitantes, que emigrariam das faixas litorâneas - zonas de maior concentração demográfica - para os interiores das cidades, dos estados, em virtude da invasão da orla marítma, consequente do aumento considerável do volume dos oceanos.
Esta seria portanto, a NOVA GERAÇÃO DOS REFUGIADOS DO CLIMA.
É possivel se pensar em problema social maior que este?
Para mera constatação: "A Economia Mundial depende exclusivamente do CLIMA".
Acesse o endereço para ler o relatorio do economista:http://www.hm-treasury.gov.uk/media/8F1/6C/ch9.pdf

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Maria Aurélia Jordão
arquiteta e urbanista , paisagista e especialista em Gestão Ambiental. (Auditora internacional pelo IEMA - UK)
Pesquisadora na área de cinesiologia, medicina ayurvédica.
Master Pranic healing e astróloga.
Diretora Executiva da MAJca sustainable business architecture - empresa que cria projetos sustentáveis e apresenta soluções na área ambiental.

Consultoria Ambiental
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*Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.*
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Publicação autorizada, desde que os CRÉDITOS SEJAM CONSERVADOS E
FONTE CITADA: site “Florais e Cia” – www.floraisecia.com.br

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