São Paulo, 25/06/2019        
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ARTIGOS     
 
A psiquiatra americana Susan Tapert, da Universidade da Califórnia, e o especialista e pesquisador Aaron White, estudaram o cérebro de jovens adolescentes com histórico de consumo de álcool. Em relação à adolescência, não há como definir o momento exato em que ela começa e quando termina . Sabe-se que seu início se dá entre os 7 e os 11 anos de idade, quando crescem certas regiões cerebrais ligadas à linguagem. A transformação maior acontece por volta dos 18 anos e pode avançar até os 25, quando o córtex pré-frontal amadurece, consolidando o senso de responsabilidade.
Nesta pesquisa, os cientistas descobriram em todos os jovens estudados, um dano variável mas PERMANENTE E IRREVERSÍVEL, em uma região cerebral: o hipocampo.
As pesquisas apontam que, o uso exagerado de álcool na adolescência afeta principalmente habilidades cognitivas do cérebro, como memória e aprendizado - causa falhas permanentes de memória, dificuldade de autocontrole e ausência de motivação. Além disso, o abuso de álcool na juventude, faz com que o jovem fique 5 vezes mais propenso a se tornar alcoólatra na idade adulta.
As principais descobertas feitas até agora pela psiquiatra, revelam que:
"- O álcool pode causar danos ao hipocampo, cujo desenvolvimento mais acentuado ocorre a partir do fim da adolescência. Testes mostraram que o álcool deixa mais lentos os neurônios envolvidos na formação de novas memórias, o que pode ser a explicação para lapsos em jovens humanos;
* Adolescentes de 15 a 16 anos que haviam se embebedado pelo menos 100 vezes na vida, se saíram pior em testes de memória do que seus equivalentes sóbrios. Além disso, apresentavam hipocampo menor do que os que não bebiam;
* O nível de atividade cerebral durante testes de memória e atenção realizados com uso de ressonância magnética funcional ( que mede a alteração dos níveis de oxigênio no cérebro) foi menor em adolescentes com histórico de bebedeiras;
* Dos adultos que haviam começado a beber antes dos 14 anos, 47% tornaram-se dependentes; entre os que iniciaram o consumo a partir dos 21 anos, o percentual de dependência foi de 9% ."
O fato do álcool ser uma droga legalizada, gera dúvidas por parte dos pais. Em geral, a primeira experiência acontece em casa e, com a concordância da família. Muitos pais preocupam-se mais com o possível uso de maconha do que do álcool. A questão não é a legalidade ou ilegalidade da substância, e sim o dano que ela causa. E, o exemplo dos pais é decisivo para definir a relação que o jovem terá com a bebida alcoólica (e outras drogas). Apesar de ser um assunto controverso, uma grande parte de pesquisadores concorda que o exemplo da família tem uma grande influência.
Uma pesquisa da psicóloga Lídia Weber, da Universidade Federal do Paraná, constatou que cerca de 96% dos filhos com bom relacionamento em família, nunca haviam se drogado. Já entre os que relataram problemas em casa, 59% usavam regularmente drogas como álcool, maconha, crack ou heroína. A pesquisa concluiu que há relação direta entre atitudes negativas dos pais e o comportamento destrutivo dos jovens, como envolver-se em brigas, usar drogas e mentir.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o álcool um problema de saúde pública.
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Baseado em matéria da revista "Veja" de 06/12/06.
Martha Follain - bacharel em Direito;
formação em Programação Neurolingüística - Master Practitioner;
formação em Hipnose ;
formação em Terapia de Regressão;
formação em Reiki;
formação em Terapia Floral de Bach - Instituto Bach - especialização em animais e humanos.
colunista dos sites:
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