São Paulo, 23/11/2017        
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Florais de Bach para animais
 
ARTIGOS     
 
1. A T.V.P. não é aplicada para satisfazer curiosidades fúteis e pessoais ou desejos caprichosos de descobrir o que se foi no passado. Sua aplicação é unicamente para fins Terapêuticos (disfunções psíquicas, psicossomáticas, orgânicas, relacionamento interpessoal, etc...);
2. A T.V.P. é uma Terapia e, como tal, livre de qualquer cunho religioso;
3. Formas de vivências: a regressão é um método desencadeado por diferentes Técnicas. As vivências podem apresentar-se sob várias formas. As principais são:
1. Vivência nítida - Muito clara, como se estivesse vivendo eventos de sua vida atual. Relaciona fatos, nomes, pessoas, lugares e outras situações que vêm à memória com a "certeza absoluta" de que são fatos reais;
2. Cenas pictóricas - São imagens claras, como se estivessem sendo observadas numa tela de cinema ou televisão. São como um filme de episódios do passado;
3. Revivências de cenas acompanhadas de manifestações orgânico-sensoriais - Como: dor, calor, frio, peso, compressão, crises alérgicas, asma, etc... . O cliente pode chorar, gritar, contrair-se, revoltar-se, sentir raiva, medo, etc...;
4. Imagens intuitivas - Onde as lembranças chegam como intuição, passando depois a serem mais claras e experimentais;
5. Podem ocorrer "lapsos de memória" - Onde o cliente pode recordar-se de um detalhe relativamente obscuro e não se lembrar de dados mais precisos, como seu próprio nome, o lugar onde mora, etc...;
6. Pode haver uma mistura - Das categorias das vivências anteriormente mencionadas, com ou sem predominância de uma delas;
1. A maior parte dos incidentes traumáticos associada a eventos de vidas anteriores está, muitas vezes, associada a eventos semelhantes ocorridos em vida intra-uterina, nascimento (parto), infância e outras vivências da vida atual;
2. Ás vezes, o cliente pode pensar que aquilo que ele está vivenciando seja produto de fantasia, alucinação, ilusão, imaginação, criações de sua própria mente e até de um delírio esquizofrênico. Segundo os Drs. Morris Netherton e Edith Fiore, isso não importa, pois o que realmente interessa é o restabelecimento do cliente e, isso ocorre em menor tempo do que nas terapias convencionais. Pode ocorrer que, aquilo que ele pensa ser uma criação mental, seja uma cena à qual se sucedem outras vivências que, vão lhe parecer mais nítidas e reais. Se, realmente, o que aflorar forem imagens fantasiosas, simbólicas, oníricas, etc..., lida-se com elas pois, representam conteúdos inconscientes que estão aflorando e devem ser levados em consideração;
3. Decisão, durante os momentos traumáticos de cada vivência, o cliente elabora pensamentos, tem emoções e sentimentos muito marcantes que, funcionam como decisão de vida, como roteiro, argumentos ou plano de vida inconsciente que vão programar seus problemas de vida atual. Então o cliente é interrogado sobre sua decisão de vida e o seu inconsciente responde o script que ele determinou para si. Por exemplo: "Eu não posso fazer.... (fazer x , falar em público, etc...)". "Eu nunca mais vou ... (fazer x, ser amado, confiar nos outros, etc...)". "Minha vida vai ser sempre assim.... (instável, solitária, azarada, etc...)". "Ninguém jamais me amará". "Meus pais não me querem". "Eu mereço ser punido". "Eu estarei sempre sozinho". "Tenho medo de ..." e, assim por diante;
4. Redecisão - as decisões de vida, tomadas como roteiro, inconscientemente, para a vida atual, desde que elaboradas adequadamente, podem ser desligadas do inconsciente que, é libertado destes mandados e mensagens negativas. O cliente toma a sua redecisão de vida, com a qual vai lidar em sua transformação pessoal, para uma vida melhor e mais livre;
5. Após a regressão ao passado, a Terapeuta leva o cliente ao retorno, ao momento atual, induzindo-o a libertar-se das lembranças traumáticas que acaba de vivenciar;
6. TERMINADA A SESSÃO, a Terapeuta comenta com o cliente os fatos vivenciados, ajudando-o a chegar à s analogias dos episódios pretéritos com o(s) seu(s) problema(s) atual(ais). A Terapeuta e o cliente vão, agora, reprogramar seu modelo de vida;
7. Durante a sessão, o cliente mantém-se consciente. Não há o risco "não voltar". É essencial a confiança entre cliente e Terapeuta;
8. A T.V.P. não é substitutiva, ou seja o cliente deve continuar com o tratamento médico que estiver fazendo, assim como deve continuar a fazer uso de seus medicamentos habituais (supervisão médica);
9. A T.V.P. é um processo de auto-cura, no qual, traz-se à consciência as origens dos problemas atuais e a decisão de reformular seu modelo de vida, através da reprogramação de seu estado psíquico atual;
10. O cliente deve comprometer-se a não interromper o tratamento, pois, isso poderá ser prejudicial, agravando seu processo patológico. Esse compromisso é mútuo.

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TEXTO REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL - DIREITOS AUTORAIS
Martha Follain - bacharel em Direito;
formação em Programação Neurolingüística - Master Practitioner;
formação em Hipnose ;
formação em Terapia de Regressão;
formação em Reiki;
formação em Terapia Floral de Bach - Instituto Bach - especialização em animais e humanos.
colunista dos sites:
www.petgree.vet.br
www.eupersamiau.com.br
www.abcanimal.org.br
www.petfeliz.com.br
www.ciadogatopersa.com.br
www.jornal3milenio.com.br
upar.indaiatuba.info
colunista e co-responsável pelo site Santa Ignorância ! - www.santaignorancia.rg.com.br
colunista e responsável pelo site Florais e Cia - www.floraisecia.com.br
CRT 21524

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